quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Onde foi parar nossa Lingua Portuguesa
Edição do dia 13/05/2011 Jornal Nacional - Rede Globo
13/05/2011 21h06 - Atualizado em 13/05/2011 21h42
MEC defende que aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta.
O livro de português distribuído pelo Ministério da Educação defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada.
Um livro de português distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) para quase meio milhão de alunos defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada, dependendo da situação.
Na semana em que o Jornal Nacional tem discutido os maiores problemas do Brasil na educação, os argumentos da autora do livro e as reações que provocaram estão na reportagem de Júlio Mosquéra.
A defesa de que o aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta está na página 14 do livro “Por uma vida melhor”. O Ministério da Educação aprovou o livro para o ensino da língua portuguesa a jovens e adultos nas escolas públicas.
Ele apresenta a frase: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado", com a explicação: "Na variedade popular, basta que a palavra ‘os’ esteja no plural". "A língua portuguesa admite esta construção".
A orientação aos alunos continua na página 15: "Mas eu posso falar 'os livro'?". E a resposta dos autores: "Claro que pode. Mas com uma ressalva, ‘dependendo da situação a pessoa corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico’”.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a intenção é mostrar que o conceito de correto e incorreto deve ser substituído pela ideia de uso adequado e inadequado da língua. Uso que varia conforme a situação. Ela afirma que não se aprende o português culto decorando regras ou procurando o significado de palavras no dicionário.
“O ensino que a gente defende e quer da língua é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas, diferentes situações de comunicação para que essa desenvoltura linguística aconteça”, declarou ela.
O Ministério da Educação informou em nota que o livro “Por uma vida melhor” foi aprovado porque estimula a formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade. Segundo o MEC, é preciso se livrar do mito de que existe apenas uma forma certa de falar e que a escrita deve ser o espelho da fala.
O Ministério da Educação disse que a escola deve propiciar aos alunos jovens e adultos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas, para que os alunos tenham segurança para expressar a "sua voz".
A doutora em sociolinguística Raquel Dettoni concorda que é preciso respeitar o falar popular, que não pode ser discriminado. Mas ela enfatiza que a escola tem um objetivo maior, que é ensinar a língua portuguesa que está nas gramáticas.
“Se a escola negligencia em relação a este conhecimento, o aluno terá eternamente uma lacuna quando ele precisar fazer uso disso no seu desempenho social. Nós não podemos desconsiderar que a função social da escola, com relação ao ensino de língua portuguesa, é - em princípio - prioritariamente ensinar os usos de uma norma mais culta”, destacou.
O Ministério da Educação informou ainda que a norma culta da língua portuguesa será sempre a exigida nas provas e avaliações.
Pergunto.
Como fica a cabeça dos nossos alunos quando estiverem a frente de um concurso público, disputando com centenas de outros alunos que não tiveram a sorte de terem estudado com este tipo de livro?
Que decpção para este nosso aluno.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Deficiência
DEFICIÊNCIAS ![]() Mario Quintana escritor gaúcho 1906 -1994 | "Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "A amizade é um amor que nunca morre." Mario Quintana |
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Trabalhar com reciclagem




Nestas últimas semanas fiz um trabalho com as turmas 852, 863, ambas trabalharam muito na confecção de brinquedos inspirados nas obras do Artista Ivan Cruz, onde ele retrata nas suas mais de 500 obras brincadeiras de criança dos tempos antigos. Ali ele retrata, desde um jogo de bolitas até um bambolê, todas as brincadeiras de uma geração estão retratadas num colorido muito forte.
Pensando nisto, programei com as duas turmas confeccionar com material reciclado alguns dos brinquedos retratados por Ivan. Tudo foi feito com muito carinho e atenção, após a confecção, os alunos foram até a sala do pré e posteriormente na 1ª série para, levar esta brincadeira aos pequenos, demonstrando uma integração entre as turmas e mostrando como é bom brincar e o quanto a nossa imaginação nos leva a vários lugares sem que temos que sair do chão.
O objetivo maior deste trabalho foi trazer aos alunos o pensamento que a escola deve ser um lugar de prazer, que o ensino e todo o conhecimento que é aqui colocado deve ser visto de maneira a construir um futuro, com bases bem feitas nas vidas destes alunos.
Agradeço a todos os alunos que colaboraram para este dia tão proveitoso e prazeroso em nossas vidas e o bom de tudo isto é que ficou a vontade de fazer novamente, por parte tanto dos alunos das duas turmas, quanto das turmas do pré e da 1ª série, as Professoras Elenita e Luisa Amélia, aprovaram e elogiaram os alunos pelo carinho com o qual realizaram as brincadeiras com os menores.
Um obrigado também para o aluno D. da turma 852, que não pode participar por estar enfermo devido a cirurgia que realizou.














